Criolipólise

Tratamento para gordura localizada

Tratamento para gordura localizada: Criolipólise, elimine até 30% de gordura

A Criolipólise é o tratamento mais eficaz para redução definitiva de gordura localizada

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BioRedux: tratamento para gorduras localizada.

Tratamento para gordura localizada.

 

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Tratamento para gordura localizada: escolha bem a clínica antes de fazer o tratamento

A criolipólise, tratamento para gordura loclizada, é um procedimento caracterizado pelo resfriamento localizado do tecido gorduroso que fica localizado abaixo da pele, agindo de forma não invasiva, usando temperaturas entre -5 e -10°C, provocando uma inflamação denominada paniculite que provoca a morte das células gordurosas por apoptose.

 

O sistema conhecido como criolipólise foi desenvolvido em 2005 pela Zeltiq Aesthetics Inc., empresa de Pleasanton, na Califórnia, Estados Unidos, e se tornou um dos recursos mais eficazes para o tratamento de gordura subcutânea localizada em inúmeros países no mundo todo.

 

Os estudos sobre este tratamento de gordura localizad tiveram como base os casos de paniculite, relatados na literatura médica, como a Paniculite Picolé, Paniculite Equestre e Pé de Trincheiras, entre outros que mostraram que os tecidos ricos em lipídeos são muito mais suscetíveis a lesões provocadas pelo frio do que os tecidos mais ricos em água.

 

Com isso, havendo o controle da aplicação do frio sobre a pele, os pesquisadores entenderam que poderiam lesionar seletivamente os adipócitos subcutâneos, sem causar danos à epiderme e derme sobrejacentes, trazendo um tratamento eficaz para trazer o excesso de gordura localizada.

 

Com esse conceito como base, os pesquisadores passaram a fazer estudos pilotos em porcos, visando determinar a viabilidade da redução de gordura, aplicando externamente o frio.

Num primeiro animal foram aplicadas temperaturas frias em 10 áreas gordurosas e, após três meses, os resultados mostraram um redução mensurável e visível na gordura, sem provocar qualquer prejuízo para a pele e para as estruturas orgânicas do animal.

 

Em outro estudo, aplicado em três porcos, a criolipólise foi capaz de reduzir a camada de gordura subcutânea após uma única aplicação de frio, verificando-se a redução de 30% da espessura na camada de gordura superficial.

 

Aprovação da criolipólise pela FDA

Com os dados publicados sobre a eficácia e segurança da criolipólise, o recurso obteve a autorização do FDA – Food and Droog Administration, em 2010, liberando sua utilização para os flancos, em seres humanos.

 

Depois de novas experiências, o FDA aprovou a técnica do tratamento de gordura localizada em outras regiões, como no abdômen, nas coxas e, atualmente também nos braços, partes internas das coxas e nos glúteos.

 

O equipamento utilizado atualmente para a aplicação da criolipólise é composto de um aplicador no formato de manopla, como se fosse um copo, utilizando um vácuo moderado para segurar a prega composta de pele e gordura, posicionando-a entre duas placas de resfriamento. Esses painéis fazem a extração do calor da área, gerando uma intensa redução da temperatura, induzindo os adipócitos na área de tratamento para uma morte apoptótica.

 

O tratamento de gordura localizada deu tão bons resultados que, desde sua introdução no mercado, mais de 700 mil pessoas tiveram a aplicação da criolipólise, com resultados favoráveis.

 

Criolipólise: os equipamentos devem ser aprovados pela Anvisa

Por ser um tratamento de fácil aplicação, no entanto, muitos estabelecimentos comerciais têm procurado adquirir o equipamento para a criolipólise, oferecendo esse tipo de tratamento sem que haja uma padronização do procedimento, o que vem gerando protocolos duvidosos e inconsistentes.

O crescente interesse pela criolipólise em inúmeros países do mundo vem tornando a técnica muito popular entre as clínicas de estética e isso termina por gerar a divulgação de procedimentos executados sem todos os cuidados necessários, não trazendo os resultados esperados.

 

Com essa popularização, a empresa desenvolvedora do método começou a apoiar diversos polos de pesquisa científica, criando procedimentos e fundamentos para o melhor entendimento da criolipólise, instituindo parâmetros de modulação para sua utilização.

 

Nos parâmetros estabelecidos, a paniculite lobular, ou lesão inflamatória inicial, pôde ser observada a partir do segundo dia, ou seja, entre 24 e 72 horas depois da aplicação, durando até 30 dias, observando-se a presença de neutrófilos e células mononucleares. Constatou-se também que, na semana seguinte após a criolipólise, o infiltrado inflamatório tornava-se mais denso, e a paniculite lobular atingia seu pico, com cerca de 14 dias do tratamento.

 

De 14 dias até 30 dias, o infiltrado inflamatório tornava-se mais fagocitário e consistente: os macrófagos então, começavam a envolver e a digerir os adipócitos apoptóticos como parte da resposta natural do organismo à lesão.

A partir daí, de 60 a 120 dias, havia a redução da infiltração inflamatória e do tamanho e número dos adipócitos. Além disso, acontecia o espessamento aparente dos septos fibrosos, mantendo-se um grande voluma da camada subcutânea residual, o que culminava com o ápice da redução da camada de gordura. Esse era o momento em que se podia julgar os resultados terapêuticos obtidos no pós-tratamento de gordura localizada

 

Com base nesses conceitos, estabeleceram-se os protocolos envolvendo a associação de recursos, que não seriam necessários, como ondas sonoras (ultracavitação, ultrassom terapêutico e ondas de choque), radiofrequência e carboxiterapia, entre outros, tratamentos que eram oferecidos por clínicas de estéticas, visando mais o lado comercial do que propriamente o tratamento.

A criolipólise não precisa de tratamentos complementares

Esses tratamentos complementares não encontram nenhum respaldo na literatura científica, podendo até mesmo trazer riscos à saúde de alguns clientes, já que as paniculites são associadas a quadros de crioglobuniemia, em afecções onde haja fator reumatoide positivo, ou seja, em casos de Síndrome de Sjogren, lúpus, vasculite e artrite reumatoide, além de hepatite C.

Assim, o uso de outros recursos terapêuticos não é aconselhável, podendo causar lesão necrosante do tecido adiposo, gerando fibroses residuais, o que não acontece quando se aplica somente a criolipólise.

Algumas clínicas ainda têm se utilizado de tratamentos suplementares, o que obriga cautela para quem pretende se submeter à criolipólise, buscando clínicas que tenham o respaldo da Anvisa, com equipamentos monitorados e com os procedimentos dentro dos padrões recomendados pelos desenvolvedores da técnica de tratamento para gordura localizada.

 

Alguns casos de clínicas que têm feito as associações somente 30 dias após o uso da criolipólise utilizam a estratégia baseando-se na informação de que a paniculite inicial pode reduzir ainda mais a gordura a longo prazo, mas são casos que estão sendo ainda estudados.

 

Um fundamento também bastante discutido e controverso é a segurança do método com relação ao metabolismo da gordura após a morte do adipócito. Antes, pensava-se que, como o adipócito é destruído e fagocitado, a gordura poderia ser liberada para o sangue, de forma aparente mas desprezível.

Os resultados dos estudos comprovam que não há alterações no perfil lipídico do organismo, nem disfunções hepáticas, atestando assim a segurança da criolipólise. A gordura permanece sequestrada dentro do adipócito até ser digerida e varrida pela inflamação natural, que ocorre no local da paniculite.

 

O surgimento de numerosas células mononucleares, os macrófagos ativos, carregadas de lipídeos, indica que os adipócitos mortos foram removidos por fagocitose. O processo de degradação celular não provoca aumento de lipídeos séricos, renovando por vias habituais o tecido adiposo, ou seja, a cada ano, cerca de 10% da gordura corporal é reciclada através da apoptose dos adipócitos.

A prescrição de cinta elástica após o tratamento de criolipólise também não possui nenhum fundamento científico, sendo algo puramente comercial já que, diferentemente da lipoaspiração, a criolipólise elimina os adipócitos gradualmente, sendo que os que não são eliminados são redistribuídos na área tratada durante os meses após o procedimento.

 

A criolipólise apresenta-se como tratamento seguro para a redução de gordura localizada, sendo esse um dos grandes diferenciais para sua preferência em relação a outros recursos terapêuticos.

 

 

 

 

BioRedux, Clínica de Estética em SP - São Paulo especializada em tratamento para gordura localizada através da Criolipólise

 

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