Criolipólise

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Criolipólise, um método seguro de redução da gordura localizada

A criolipólise é uma técnica bastante inovadora, trazendo a tecnologia desenvolvida por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, permitindo eliminar a gordura localizada através da exposição das células gordurosas ao frio extremo.

 

O aumento do interesse pela remoção de gordura e melhoria do contorno do corpo deve-se, principalmente, ao fato de termos uma mídia impondo um padrão de beleza que foge ao normal. Enquanto a lipoaspiração ainda se apresenta como o tratamento mais adequado e efetivo para remover a gordura localizada no organismo, também se apresenta como um processo invasivo, que pode trazer riscos de uma cirurgia normal, como infecções, cicatrizes, equimoses, hematomas, trombose, além de embolia pulmonar e outros riscos específicos que são associados à anestesia geral.

 

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Na lipoaspiração as complicações mais comuns são as irregularidades que podem se apresentar no contorno do corpo, decorrentes da introdução de cânulas e as fibroses e possíveis aderências que podem ser provenientes da falta de intervenção terapêutica precoce.

 

Em virtude desses fatores, tem-se buscado um tratamento da gordura localizada de uma maneira mais conservadora, através de outros equipamentos e de procedimentos estéticos não invasivos, trazendo menos riscos ao paciente, ao mesmo tempo em que reduz o tempo de recuperação no pós-tratamento.

 

Muitas pessoas imaginam que, para atingir resultados mais específicos no tratamento da gordura localizada, o melhor recurso deva ser a promoção de aquecimento do tecido cutâneo, com a produção de calor para aumentar o metabolismo local, produzindo o derretimento da gordura localizada e sua expulsão do organismo.

 

No entanto, isso não corresponde à realidade, o que fez com que muitos pesquisadores de estética tenham trabalhado em artigos científicos que dizem exatamente o contrário, ou seja, o melhor tratamento não é o calor, mas sim o resfriamento do tecido para tratar a gordura localizada.

 

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De acordo com as pesquisas, as células de gordura são muito mais sensíveis ao frio do que os outros tecidos do corpo humano, quando aplicada a técnica de sobrepor o frio sobre a pele. A aplicação deve ser feita com uma exposição controlada do tecido adiposo a temperaturas mais baixas, já que o frio pode induzir a lesão seletiva no tecido adiposo subcutâneo.

 

A exposição a baixas temperaturas por tempo mais prolongado, variando entre 40 e 60 minutos, irá estimular o processo inflamatório local, com a fragmentação dos adipócitos, as células gordurosas, fazendo com que, posteriormente, as células pró-inflamatórias denominadas macrófagos, sejam as responsáveis pela fagocitose, digerindo e eliminando as células de gordura.

 

Esse fenômeno natural é denominado de apoptose, ou morte celular programada, resultando na redução da camada de gordura subcutânea, com a consequente perda de medidas do corpo, de forma significativa e visível.

Esses efeitos visíveis podem ser percebidos após 2 ou 3 meses depois do tratamento terapêutico, ocorrendo apenas com uma única aplicação de criolipólise. Embora ainda não existam informações concretas sobre os efeitos de tratamentos múltiplos, as pesquisas sugerem que um segundo tratamento pode apresentar melhores resultados, embora seja recomendando, atualmente, somente depois dos 3 meses da primeira aplicação.

 

Num estudo publicado em 2012, a criolipólise foi aplicada no abdômen apresentando redução de 7,2% na redução da gordura, dois meses após o segundo tratamento, mostrando que a criolipólise apresenta resultados extremamente satisfatórios no tratamento de gordura localizada.

 

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O mesmo estudo apresentou também que, após a sessão de aplicação da criolipólise, o paciente apresentou algumas reações transitórias, como contusões, entorpecimento, hiperemia e desconforto, tendo essas reações desaparecido após 1 semana do tratamento.

 

A técnica da criolipólise, na literatura médica, é considerada segura, sem provocar reações permanentes que comprometam qualquer função do paciente.

 

Criolipólise para eliminar problemas de saúde

Como todos sabemos, o excesso de gordura localizada e de peso corporal, resultados mais visíveis de ingestão em excesso de calorias, em detrimento da real demanda energética do organismo, tem trazido valores significativos para a saúde pública, atingindo todas as classes sociais.

 

O número de obesos tem representado problema de saúde pública, já que a obesidade costuma trazer doenças como diabetes mellitus do tipo II, hipertensão, alterações cardiovasculares, hipertensão arterial, dislipidemias, arteriosclerose e outras, além de proporcionar a natural insatisfação física e estética dos obesos.

Com o objetivo de contornar e prevenir, minimizando os efeitos do acúmulo de gordura no organismo, seja através de técnicas invasivas ou não invasivas, as propriedades metabólicas do tecido adiposo tornou-se um alvo de pesquisas e estudos, obtendo grande avanço nas últimas décadas.

 

Assim, os pesquisadores voltados para a estética debruçam-se sobre técnicas que possam minimizar as imperfeições estéticas criadas pelo acúmulo de gordura, principalmente em determinadas regiões, onde se apresentam com maior visibilidade, buscando desde técnicas invasivas como não invasivas.

 

Ainda temos na lipoaspiração a técnica invasiva mais utilizada, mas ela se apresenta associada a um grande número de complicações, chegando a incluir até mesmo a mortalidade de pacientes.

 

Devido a essas complicações, os pesquisadores voltaram-se para o uso de técnicas não invasivas, com o objetivo de reduzir o panículo adiposo, trazendo a remodelação física dos pacientes sem provocar danos e com possibilidade de recuperação mais rápida.

 

Dentre essas técnicas, a mais recente é a criolipólise, que é um procedimento aprovado pela FDA dos Estados Unidos e pela Health Canadá.

A utilização de crioterapia é baseada nos efeitos sistêmicos produzidos no organismo, interferindo no equilíbrio térmico e ativando os mecanismos naturais de termorregulação.

 

A criolipólise, portanto, é uma técnica não invasiva de redução de gordura localizada, aproveitando-se do resfriamento controlado e localizado, provocando a paniculite localizada e a modulação da gordura.

As pesquisas feitas em exame in vitro mostraram a resposta dos adipócitos ao frio, demonstrando que o seu resfriamento a temperaturas pouco acima do congelamento, abaixo da temperatura normal do corpo, resulta em apoptose mediada pela morte celular, o que mostra que a criolipólise produz uma lesão apoptótica no tecido adiposo depois de sua exposição por períodos entre 30 e 60 minutos.

 

A criolipólise, além disso, cria uma resposta inflamatória subsequente, causando danos adicionais aos adipócitos não afetados imediatamente pela exposição ao frio.

 

Como ocorre a apoptose na aplicação da criolipólise

O termo apoptose foi adotado pela primeira vez na década de 1970, utilizando os termos gregos “apó” (separação) e “ptôsis” (queda), para designar a forma isiológica de morte celular que deve ocorrer de acordo com o programa genético, desencadeando um processo de autodigestão controlada, imediatamente seguida da remoção das células lesadas sem alteração do microambiente celular.

 

A morte celular programada é um processo essencial para a manutenção do organismo dos seres vivos. Embora seja uma tecnologia recente, comum mecanismo de ação ainda não elucidado totalmente, os resultados têm se mostrado promissores, tornando o método da criolipólise uma excelente opção para redução de gordura localizada, sem apresentar efeitos adversos.

 

Para fazer a avaliação dos estudos, estabeleceu-se critérios que pudessem assegurar a qualidade da pesquisa, como por exemplo, a identificação quanto ao tipo de tratamento e suas técnicas. Para avaliar os resultados da criolipólise, também foram consideradas a redução da circunferência do local tratado e a melhora visual do paciente, como um todo.

 

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Os resultados da criolipólise tem causado grande repercussão no tratamento estético e na medicina. Os mamíferos, de forma geral, em virtude da escassez ou não de nutrientes no meio ambiente, conseguem estocar o excesso de calorias ingeridas e não utilizadas. Esse estoque é o que garante a energia suficiente para suprir as necessidades metabólicas imediatas.

 

Os lipídeos, portanto, podem ser armazenados em grandes quantidades nos adipócitos, as células de gordura, sob a forma de triacilglicerol em seu citoplasma, contendo, por unidade de massa, mais do que o dobro de energia armazenadas do que os carboidratos e proteínas, o que garante o fornecimento de mais energia metabólica, quando oxidados.

 

O tecido adiposo, então, torna-se o principal reservatório energético orgânico. Mas, nos tempos atuais, isso se torna um inconveniente, já que não atende os padrões estéticos a que estamos acostumados. Portanto, ingerir calorias a mais apenas traz a obesidade, provocando não uma reserva energética, mas um problema de saúde pública.

 

Buscando reduzir tanto o problema de saúde pública quanto a imperfeição estética, as dietas hipocalórica ou os exercícios físicos também ganham grande espaço, mas isso não é o suficiente para atender as necessidades estéticas das pessoas obesas, o que as leva a buscar métodos mais rápidos de redução da gordura corporal.

 

A técnica da criolipólise vem atender a essa demanda, trazendo resultados mais rápidos e de forma segura.

 

Como aplicar a criolipólise

A criolipólise é um procedimento que pode ser aplicado por qualquer profissional médico em nível ambulatorial ou por um profissional de estética, sem necessidade alguma de anestesia ou analgesia.

 

Ao aplicar a criolipólise, o tecido adiposo é colocado em contato com placas congeladas, usando um aplicador de pressão que mata termicamente a gordura sem danificar a pele, utilizando uma sucção para acoplar o tecido alvo em um aplicador com o formato de copo, estabelecendo o contato entre a área de tratamento e dois painéis opostos de resfriamento.

 

A exposição ao frio aumenta a necessidade de produção de calor pelo corpo, promovendo também o aumento das taxas metabólicas, o que vai fazer com que a gordura seja alvo da apoptose, precedendo sua redução. A apoptose ocorre como parte de um processo normal, sendo também um benefício para a saúde, visto que atua como mecanismo de defesa.

 

A célula adiposa recebe um sinal para se autodestruir, reduzindo o seu tamanho e quebrando a cromatina em pedaços, tornando-se facilmente fagocitada.

No nosso organismo, a todo momento morrem milhões de células e isso acontece porque essas células precisam cometer o suicídio para a sobrevivência do organismo como um todo. O resfriamento conduz as células gordurosas ao suicido, e esse processo não afeta de forma significativa os níveis de lipídeos nas funções hepáticas, não prejudicando o organismo.

 

O início da resposta inflamatória a partir da aplicação da criolipólise ainda é muito discutido, acreditando-se que acontece após 24 horas da aplicação da criolipólise, embora alguns pesquisadores argumentem que só ocorre dentro de 3 dias, com picos em torno de 14 dias e a fagocitose ocorrendo em até 30 dias.

Os restos do processo inflamatório bem como os lipídeos são metabolizados no prazo de 90 dias.

 

Nas pessoas, a criolipólise tem promovido redução de gordura no percentual de até 30% no local do tratamento, considerando que a resposta inflamatória é dependente da temperatura utilizada, trazendo o resultado final em média de 4 a 6 meses após o tratamento.

 

Alguns estudiosos constataram que a redução na camada de gordura ocorre após 3 meses e meio, chegando mesmo à redução de 80% da camada superficial, com uma perda total de 40% a partir do procedimento. Outros estudiosos apontaram a redução entre 30 a 50% após 90 dias, com redução de 33% da camada de gordura.

 

A criolipólise, como qualquer outra técnica estética, também envolve efeitos adversos, mas são efeitos mínimos se comparados à lipoaspiração, por exemplo, não colocando a vida do paciente em risco, mas apenas provocando efeitos colaterais como dor, edema, eritema, equimose, dormência, hematoma, ligeira a moderada disestesia transitória nos nervos periféricos.

 

Os estudos também demonstraram que a criolipólise tem pouco ou nenhum efeito nos tecidos adjacentes à zona de tratamento, já que os adipócitos são muito mais suscetíveis e sensíveis à apoptose, induzida pelo frio, do que as outras estruturas anatômicas, como os vasos sanguíneos, os nervos, os músculos e a derme.

 

Com relação ao retorno da função nervosa, os pesquisadores relataram que a exposição ao frio pode promover uma alteração transitória da sensibilidade nervosa, situação que foi comprovada por biópsia de nervos.

No entanto, também é referência dos pesquisadores que uma exposição superior a 3 horas pode resultar em danos permanentes.

 

As contraindicações descritas pelos pesquisadores com relação à criolipólise são os pacientes com doenças raras, como a crioglobulinemia paroxística ao frio, a urticária ao frio e a hemoglobinúria.

A criolipólise traz várias vantagens para sua utilização como a redução de riscos e complicações, se comparada a procedimentos invasivos. Trata-se de uma técnica segura e sem grandes efeitos adversos, com tratamento indolor, que não precisa de anestesia e não causa limitações na vida pessoal e profissional de quem se submete à técnica.

 

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