Criolipólise

Criolipólise funciona?

A Criolipólise funciona realmente reduzindo de 20 a 30% de gordura localizada?

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Criolipólise funciona?

 

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A criolipólise tem como princípio o resfriamento localizado do tecido adiposo subcutâneo, sem qualquer prática invasiva, com temperaturas entre -5 e -15°C, provocando uma paniculite fria localizada que mata as células gordurosas por apoptose.

Como se trata de uma técnica relativamente recente, a criolipólise tem utilizado uma série de equipamentos e alguns métodos de tratamentos sem padronização, o que faz com que muitos estudiosos busquem elucidar os elementos de sua fundamentação técnica, com vistas à criação de um procedimento eficiente para a terapia.

A maior parte dos estudos publicados até hoje mostram pesquisas feitas com apenas um modelo de equipamento, embora sejam pesquisas feitas em diversas clínicas que, embora de maneiras diferentes, não têm comprometido a eficácia da criolipólise.

 

Como nasceu a criolipólise?

A criolipólise foi criada em 2005 pela empresa Zeltiq Aesthetics, Inc., na Califórnia, tendo se tornando um dos recursos mais eficazes para o tratamento de gordura subcutânea localizada em vários países do mundo. Pode-se afirmar que realmente a criolipólise funciona.

O método teve como princípios os casos de paniculite descritos em literatura especializada, como Paniculite Picolé, Paniculite Equestre e Pé de Trincheira, entre outros, onde se verificou que os tecidos ricos em lipídios são mais suscetíveis a lesões pelo frio do que os tecidos menos ricos em gordura e com maior quantidade de água.

A técnica inicial constou de aplicação de temperatura fria sobre a pele, com controle, entendendo-se que poderia lesionar seletivamente os adipócitos subcutâneos, ao mesmo tempo em que se evitava danos à epiderme e à derme sobrejacentes, criando assim uma forma eficaz tratamento ao tecido adiposo localizado sob a pele.

Com esse conceito como base, os pesquisadores fizeram um estudo piloto, utilizando um porco e procurando determinar a viabilidade da redução de gordura com a aplicação de temperaturas congelantes. O animal foi exposto em dez diferentes áreas a um tratamento de resfriamento a -7°C durante determinado período.

Depois de 3 meses de tratamento, os pesquisadores verificaram que todos os locais onde foi aplicada a baixa temperatura houve redução visível na camada de gordura. Constatou-se também que o frio possibilitou a morte dos adipócitos por apoptose sem provocar qualquer prejuízo à pela e às outras estruturas internas adjacentes.

Um segundo estudo, em que foram utilizados 3 porcos, manteve-se a ideia de que a criolipólise pode ser eficaz após uma única aplicação de temperaturas frias, constatando-se que houve uma redução de 30% na espessura da camada de gordura superficial nas partes tratadas.

Novamente verificou-se que a morte celular das células gordurosas foi a apoptose.

Os dados obtidos com os testes foram publicados, mostrando a eficácia e segurança da criolipólise e o recurso terapêutico obteve autorização do FDA – Food and Drug Administration, órgão federal norte-americano, para ser utilizado em pessoas.

A autorização ocorreu em 2010 e, a partir daí, foram criados protocolos com configurações de múltiplas aplicações em regiões variadas do corpo humano. O FDA aprovou, em 2012, a liberação da criolipólise para uso no abdômen e, em 2014, também para o tratamento de gordura subcutânea nas coxas.

Hoje, seu uso está autorizado também no Canadá, na União Soviética e na Ásia, apresentando-se como o melhor tratamento não invasivo que mais funciona para redução da gordura subcutânea localizada.

 

Os resultados obtidos com os estudos da criolipólise. A Criolipólise funciona?

Apesar de pouco tempo de aplicação e utilização no mercado mundial, o interesse pela criolipólise está tornando a técnica muito popular em diversos segmentos profissionais no mercado de estética.

Com a ampliação de sua aplicação, muitos procedimentos terapêuticos têm sido criados e executados, mesmo com pouco ou nenhum fundamento sobre os aspectos fisiológicos e práticos envolvidos no processo da criolipólise.

A empresa criadora do método de criolipólise, por volta de 2010, apoiou vários polos de pesquisa científica sobre o sistema criado, buscando fornecer melhores fundamentos para entender como funciona a criolipólise, buscando com isso criar parâmetros de modulação para que pudesse ser utilizado de forma mais eficaz e consciente.

Com pesquisas feitas em modelo animal e estudos in vitro, os estudiosos chegaram à conclusão de que a criolipólise é capaz de promover a morte apoptótica do adipócito através da geração de uma paniculite local. Em termos mais simples, a morte é programada nas células de gordura, através de inflamação criada especificamente para eliminá-las.

Com essa resposta inflamatória, chamada de paniculite lobular, induzida pelo resfriamento das células de gordura, essas células são eliminadas naturalmente, reduzindo a camada de gordura da área onde foi aplicado o resfriamento, ou seja o tratamento através da criolipólise funciona realmente.

A paniculite, ou inflamação, pode ser considerada como o elemento que desencadeia o fenômeno da morte programada (apoptose), sendo a principal responsável pela morte das células de gordura e, consequentemente, também pelo resultado estético do tratamento aplicado.

O conceito foi corroborado por outros estudiosos e pesquisadores, verificando-se que a lesão inflamatória pode ser observada a partir do segundo dia, entre 24 e 72 horas após a aplicação do resfriamento, podendo durar até 30 dias, quando se observou a presença de neutrófilos e de células mononucleares, que defendem o organismo de invasores e que consideram as células mortas como invasoras, eliminando-as naturalmente.

Também se verificou que, na semana seguinte após a aplicação da criolipólise, o infiltrado inflamatório torna-se mais denso. Nesse momento, a paniculite lobular chega ao seu pico, numa fase que pode chegar aos 14 dias após o tratamento.

De 14 a 30 dias após a criolipólise, a inflamação se torna mais consistente e, nesta fase, os macrófagos começam a envolver e digerir as células de gordura mortas, como parte do processo natural de enfrentamento da lesão pelo próprio organismo.

Depois do trigésimo dia e podendo chegar até a 120 dias após a criolipólise, acontece a redução da infiltração inflamatória e do tamanho e quantidade de adipócitos. Nesta fase há um espessamento aparente dos septos fibrosos, quando estes podem se constituir no grande volume da camada subcutânea residual.

É quando acontece o ápice da redução da camada de gordura, quando então se pode observar os resultados terapêuticos obtidos com o tratamento através da criolipólise.

Com base nos conceitos apresentados, os pesquisadores verificaram que diversos protocolos foram aplicados, principalmente envolvendo recursos terapêuticos como ondas sonoras, radiofrequência, etc., que buscavam aumentar a paniculite, com vistas a potencializar os resultados da criolipólise.

No entanto, conforme observado, essas técnicas diferentes serviam apenas como atrativos comerciais para vender a criolipólise, sem efeito terapêutico nenhum.

Nesses casos, é preciso tomar todos os cuidados, uma vez que a associação da criolipólise com algumas técnicas pode até trazer riscos à saúde de alguns clientes, principalmente naqueles que possuem quadros de crioglobulinemia em afecções onde haja fatores de reumatoide positivo, como a síndrome de Sjogren, o lúpus, a vasculite, a artrite reumatoide e a hepatite do tipo C, por exemplo.

 

Os recursos aplicados, como ultracavitação, radiofrequência e carboxiterapia provocam lesão necrosante do tecido adiposo, podendo gerar fibroses residuais, o que não acontece quando se utiliza somente a criolipólise, que vai gerar a apoptose sem necessariamente provocar a necrose celular.

Diversos profissionais têm criado a associação da criolipólise com outros recursos terapêuticos somente 30 dias depois da aplicação da criolipólise, quando o quadro de paniculite já é bastante reduzido. Essa pode ser uma estratégia terapêutica com melhores resultados, mas ainda não comprovada cientificamente.

 

Resultados práticos obtidos sobre se a criolipólise funciona.

Algumas técnicas, no entanto, já possuem comprovação na prática, como a massoterapia pós-criolipólise, que se evidenciou como algo corriqueiro e até mesmo necessário: a massagem foi capaz de potencializar em quase 50% os efeitos da criolipólise. A massagem local consegue restabelecer a temperatura pré-criolipólise mais rapidamente, potencializado a apoptose adipocitária através de um fenômeno conhecido como reperfusão.

Esse efeito pode ser reforçado por resultados efetivamente obtidos em pessoas que tiveram a aplicação da criolipólise. A reperfusão leva a uma inflamação, geração de espécies de oxidação, ativação de enzimas preteolíticas e morte celular adipocitária, gerando efeitos mais positivos para a criolipólise.

Outro resultado bastante controverso e discutido é a segurança do método da criolipólise com relação ao metabolismo da gordura após a morte do adipócito.

Segundo o que se pensava, o adipócito seria destruído e fagocitado, fazendo a gordura ser liberada para o sangue, porém de forma desprezível.

Os resultados não mostraram essa alteração ou qualquer disfunção hepática, o que atesta a segurança da criolipólise.

Assim, a perda de gordura é bastante gradual, não havendo nem mesmo aumento perceptível de gordura no sangue. A gordura permanece sequestrada dentro do adipócito até ser digerida e eliminada pela inflamação natural no local da paniculite, já que o surgimento de células mononucleares, os macrófagos ativos, mostra

m-se mais carregadas de lipídeos, indicando que os adipócitos mortos são removidos por fagocitose.

Esse processo de degradação celular não provoca aumento de lipídeos séricos, já que é provável que sigam as vias habituais para renovação do tecido adiposo, uma situação comprovada cientificamente, pois 10% da gordura corporal é reciclada anualmente através da apoptose dos adipócitos.

Na questão dos cuidados com o metabolismo da gordura e dos adipócitos, o mercado normal prescreve a utilização de cinta elástica após a aplicação da criolipólise para incrementar a queima da gordura localizada. Este método, no entanto, não mostrou qualquer eficácia nos testes aplicados, verificando-se que se trata apenas de uma estratégia comercial, já que a criolipólise vai eliminando os adipócitos gradualmente, enquanto que os que não são eliminados são naturalmente redistribuídos na área tratada nos meses após a aplicação da criolipólise.

Entre as aplicações utilizadas para eliminação de gordura localizada, a criolipólise vem se mostrando como um dos mais eficazes, tornando-se um método bastante procurado para esse tratamento.

Nos últimos anos, o aumento de atendimentos tem mostrado que a criolipólise funciona e é muito segura, atendendo a totalidade dos pacientes que se submeteram à aplicação.

 

Segurança da Criolipólise

A segurança da criolipólise é o grande diferencial desse tratamento com relação a outros recursos terapêuticos na eliminação de gordura localizada.

Os efeitos adversos existem, mas são ínfimos e quando correm não deixam sequelas ou complicações que atrapalhem a vida do paciente, sendo solucionados em curto espaço de tempo.

Um dos cuidados a se manter na aplicação da criolipólise é a periodicidade do tratamento. Algumas clínicas incentivam aplicações com intervalo de 30 dias, mas essa periodicidade só tem como objetivo vender mais atendimento, além de procurar agradar a clientela que acredita num número maior de aplicações para melhor resultado.

Essa indicação pode até conseguir justificativas técnicas, embora não se deva provocar um novo processo inflamatório em menos de 2 meses, quando ainda está havendo a eliminação dos adipócitos da aplicação anterior. A recomendação mais acertada é que uma nova aplicação de criolipólise seja feita em intervalos de 2 meses.

É preciso também atenção ao fato de que os resultados da criolipólise podem acontecer além dos dois meses de sua aplicação, evoluindo até 6 meses após o tratamento. Nos 3 primeiros meses pode se constatar redução de gordura localizada em índices que vão de 20 a 80%, com redução geral após os 6 meses de sua primeira aplicação.

A temperatura utilizada na aplicação da criolipólise é um fator importante para a eficácia no tratamento. Os fabricantes do equipamento, para maior controle sobre a temperatura, desenvolveram um mecanismo chamado Fator de Intensidade de Resfriamento (também conhecido como CIF – Cooling Intensity Factor), que mantém a temperatura dentro dos padrões já testados anteriormente, uma vez que o grau de paniculite lobular induzida pelo frio é dependente da temperatura utilizada.

Conforme constatado, quanto menor for a temperatura, maior será o quadro inflamatório e, assim, melhores serão os resultados obtidos com o tratamento. É preciso, no entanto, salientar que a temperatura ajustada no equipamento (entre -5 e -15°C) não será a mesma que vai chegar ao tecido adiposo, principalmente nos níveis mais profundos.

A experiência foi constatada ainda no início dos testes da criolipólise, na aplicação em porcos, onde a temperatura subdérmica caiu para níveis entre 12°C e 5°C em períodos de 10 minutos, na fase de resfriamento, subindo para 18°C em 6 ou 7 minutos após a retirada da manopla aplicadora.

Embora isso possa parecer estranho, a prática comprova que o método é eficaz, já que o gelo lipídico, que provoca a apoptose, é formado em torno de 10°C, contribuindo para a morte imediata ou retardada dos adipócitos, garantindo os efeitos positivos da criolipólise.

O tempo de aplicação constatado nos testes pode variar entre 30 a 60 minutos, embora o tempo mais utilizado seja de 60 minutos, para garantir resultados mais eficientes e com a segurança adequada.

 

A criolipólise ainda é um método novo para eliminação de gorduras localizadas e deve evoluir com a aplicação de novas técnicas.

Contudo, mesmo sendo uma nova prática, seus resultados tem se mostrado bastante eficientes, o que leva os estudiosos a aprimorar sua aplicação, buscando com isso uma técnica não invasiva que traga segurança e tranquilidade para qualquer paciente que se submeta à aplicação.

 

Veja fotos do antes e depois de pacientes submetidos ao congelamento de gordura.

Através das imagens, verifica-se uma redução expressiva nas medidas corporais.

O tratamento pode ser feito na barriga, flancos, braços, coxas etc...

 

A Criolipólise realmente funciona pois os resultados são surpreendentes. Em uma única sessão, o congelamento de gordura reduzirá até 30% de células de gordura da área submetida ao frio intenso.                       

BioRedux Clínica em SP Especializada em Criolipólise
 
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