Congelamento de Gordura localizada: Criolipólise

 

Tratamento de congelamento de gordura localizada: conheça o procedimento estético do momento.

Tratamento de Congelamento de gordura localizada através da Criolipólise

 

Conheça o procedimento estético baseado em congelamento de células adiposas

 

Depois de muitos estudos, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos concluíram que através de um sistema de congelamento é possível destruir as células de gordura, assim desenvolveram um aparelho para realizar esse procedimento. Ocorre que o organismo entende que as estruturas celulares que formam a gordura não integram mais o corpo. Isso porque quando são congeladas alteram seu tamanho e cor. Assim, essas células são expelidas por vias naturais em poucas semanas.

 

A Criolipólise é um procedimento estético que objetiva eliminar células de gordura do corpo.

A tecnologia deste tratamento é baseado no congelamento da gordura localizada.

Quando as células adiposas são submetidas à temperaturas muito baixas (-5 graus a -10 graus centigrados), a forma espacial da célula é modificada e dessa forma o organismo percebe-as como um corpo estranho e inicia-se um processo de ataque. Submetida à esta agressão, as células morrem e são eliminadas pelo organismo.

 

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Tratamento de congelamento de gordura localizada

 

O tratamento de congelamento de gordura localizada é uma técnica que reduz as células adiposas localizada através do resfriamento do tecido adiposo subcutâneo, atuando de forma não invasiva e, por meio de temperaturas entre -5 e -10°C, provocando a quebra das células de gordura, que são eliminadas pelo organismo de forma natural.

 

O método do congelamento de gordura localizada foi criado pela Zeltiq Aesthetics, uma empresa norte-americana localizada na Califórnia, Estados Unidos, em 2005, mostrando-se um recurso eficaz para redução de medidas. Depois de inúmeros testes feitos com porcos, o procedimento foi aplicado em seres humanos e aprovado pela FDA, a entidade que controla alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, sendo também adotada em diversos países do mundo.

 

Os estudos iniciais para o desenvolvimento da criolipólise foram baseados nos casos de paniculite, a inflamação natural do tecido gorduroso sob a pele. Nos casos de paniculite foi observado que apenas os tecidos ricos em gordura eram suscetíveis às lesões provocadas por temperaturas mais baixas, enquanto os tecidos normais permaneciam sem qualquer manifestação.

 

Com base nessa inflamação e com o rígido controle de aplicação de frio sobre a pele, nos locais onde havia gordura, descobriu-se que era possível lesionar apenas as células gordurosas, evitando danos à epiderme e à derme nos mesmos locais, tratando o excesso de gordura e eliminando-as naturalmente.

 

O desenvolvimento do processo de congelamento de gordura localizada

Para entender melhor o processo de eliminação das gorduras localizadas, os primeiros testes foram feitos com porcos, analisando a quantidade de gordura perdida após o tratamento com temperaturas frias. Os animais foram expostos à temperatura de -7°C.

O tratamento, que teve duração de três meses, mostraram que todos os locais onde foi aplicada a temperatura fria tiveram redução na espessura da camada superficial de gordura. As células gordurosas estavam sendo mortas por apoptose, isto é, uma espécie de suicídio provocado pelas células de gordura por não suportarem temperaturas frias.

Novos estudos realizados com porcos também mostraram que a redução da gordura poderia ser feita com apenas uma aplicação de temperaturas frias. No segundo experimento, houve redução de 30% na camada superficial de gordura sob a pele tratada e, também nesse segundo teste, constatou-se que a morte das células ocorreu por apoptose.

Criolipólise, um tratamento totalmente seguro

Com a publicação dos dados obtidos nas experiências, o recurso foi submetido à FDA, que concedeu a autorização para aplicação em seres humanos. Assim, a partir de 2010, a criolipólise mostrou-se ao mundo como a solução mais moderna para o tratamento de gordura localizada, num processo seguro e não invasivo.

Com sua aprovação, a criolipólise teve também autorização para ser aplicada em outras áreas do corpo, mostrando-se eficaz para o tratamento de gordura localizada nas costas, abdômen, nas coxas e nos braços.

 

Depois disso, o tratamento de congelamento de gordura localizada também foi aprovado pela Health Canada, pela União Europeia e pela Ásia, tornando-se referência no tratamento, e chegou ao Brasil em 2012, sendo também aprovada pela Anvisa.

 

O processo científico do tratamento de congelamento de gordura localizada

O processo utilizado pela criolipólise para eliminação de gordura localizada é comprovado cientificamente, provocando paniculite fria localizada e a morte das células de gordura por apoptose.

 

Em termos populares, a criolipólise cria uma inflamação nas células gordurosas, causando sua morte programada, e reduzindo assim a camada visível de gordura.

A aplicação do tratamento de congelamento de gordura localizada é feita com uma manopla em forma de copo, utilizando o vácuo moderado para prender o copo a uma das pregas compostas de pele e gordura, puxando-as para dentro do aplicador e posicionando-as entre duas placas de resfriamento.

 

Os painéis de resfriamento reduzem o calor da pele, emitindo temperaturas frias e induzindo a apoptose, criando condições para que as células de gordura se quebrem naturalmente. Depois disso, aos poucos, são eliminadas de forma também natural pelo próprio corpo, sendo metabolizadas no fígado e expelidas pela urina e pelas fezes.

 

Criolipólise, um método que deve ser aplicado por profissionais

Com a crescente popularização, o tratamento de congelamento de gorduras localizas tornou-se praticamente uma febre no mundo todo. Mais de 8 milhões de pessoas já passaram pelo procedimento, sem que houvesse qualquer contraindicação.

No entanto, com essa popularização, também houve um grande crescimento na aquisição de equipamentos para a aplicação da criolipólise, não só por clínicas credenciadas, mas por estabelecimentos que não possuem a padronização dos procedimentos, o que provocou atendimentos duvidosos e inconsistentes.

 

Em vista disso, a empresa que desenvolveu a técnica, desde o final da década de 2000 vem apoiando polos de pesquisa científica, criando uma metodologia para o atendimento completo e eficaz para a criolipólise, criando padrões e parâmetros de modulação para que o procedimento tenha sua eficácia perfeita.

Hoje, o procedimento é supervisionado pela Anvisa, que também faz inspeções regulares no equipamento e verificam que os profissionais envolvidos na aplicação possuem o conhecimento técnico para a utilização do equipamento e para aplicar o procedimento de forma correta.

 

Congelamento de gordura localizada e a paniculite lobular

Desde seu início, a criolipólise mostrou-se eficiente no tratamento, gerando a paniculite local e criando a resposta inflamatória induzida. A inflamação provocada pelo resfriamento é o elemento que causa a apoptose, que se torna a responsável pela morte dos adipócitos, promovendo o resultado estético do tratamento.

Após a aplicação da temperatura fria ocorre a paniculite lobular, começando a lesão inflamatória a partir do segundo dia do procedimento, prosseguindo até 72 horas após a criolipólise e tendo a duração de pelo menos 30 dias.

 

Na segunda semana após o congelamento de gordura localizada, o inflamatório se torna mais denso e a paniculite atinge o seu pico, e até 30 dias depois, o infiltrado fica mais consistente, fazendo com que os macrófagos, as células do sistema imunológico, comecem a envolver e digerir as células de gordura mortas, sendo esse um procedimento natural do organismo, que acredita serem essas células mortas agentes invasores do corpo humano e que, por isso, devem ser eliminados.

 

Entre 60 e 120 dias ocorre a redução da infiltração inflamatória, reduzindo também o tamanho e o número de adipócitos. Nesse período ocorre um espessamento aparente dos septos fibrosos, criando um grande volume na camada subcutânea residual, resultando na redução da camada de gordura. É nesse período que o paciente submetido à criolipólise percebe melhor o resultado do tratamento.

 

Criolipólise, um tratamento que não precisa de associações de outros métodos

Algumas clínicas que utilizam a criolipólise também desenvolveram a associação com outros recursos terapêuticos, utilizando, em alguns casos, ondas sonoras dizendo que essa associação poderia aumentar a paniculite e potencializar os resultados da criolipólise. Os recursos constam de ultracavitação, ultrassom terapêutico, ondas de choque, radiofrequência e carboxiterapia, entre outros.

 

No entanto, esse tipo de procedimento não possui qualquer respaldo científico, podendo mesmo provocar problemas na saúde dos clientes. A paniculite está associada a quadros de afecções, ocorrendo principalmente quando há tendência à vasculite ou a artrite reumatoide, hepatite ou outros problemas orgânicos.

Quando utilizados outros recursos, em associação com a paniculite, a região pode ser submetida ao aumento do processo inflamatório, além de poder provocar lesões necrosantes no tecido adiposo, gerando fibroses residuais.

 

Portanto, é importante notar que o uso da criolipólise deve ser feito dentro de critérios cuidadosos, com clínicas credenciadas que possam garantir o procedimento. O paciente submetido à criolipólise deve entender que não existem milagres, e sim um processo científico, que deve ser feito usando medidas de segurança e de prevenção.

 

Criolipólise: eliminação da gordura

Um dos estudos sobre o tratamento de congelamento de gordura localizada debruçou-se sobre a segurança do método em relação ao metabolismo da gordura após a morte das células adiposas. Na análise inicial, verificou-se que a gordura poderia ser expelida pelo sangue, porém de forma desprezível.

 

Os estudos mostraram que o fígado metaboliza as células mortas, sem qualquer alteração no perfil lipídico do sangue e sem disfunções no fígado, atestando a segurança do método.

A gordura permanece dentro da célula, até o momento de ser digerida pelos macrófagos e, posteriormente, varrida do local pela inflamação natural, sendo removidas por fagocitose e não causando qualquer tipo de problema na região tratada ou na circulação sanguínea e no fígado.

 

O método de congelamento de gordura localizada mostra-se como o mais seguro até o momento para eliminar medidas, inclusive comprovando que não existem efeitos colaterais ou adversos, não deixando qualquer complicação ou sequela após o tratamento. O paciente apenas sente formigamento na região tratada, que pode apresentar edemas e vermelhidão por uma semana, período em que desaparecem totalmente essas marcas deixadas pela criolipólise.

 

O paciente, depois da aplicação do tratamento de congelamento de gordura localizada, precisa apenas tomar os cuidados necessários para não voltar a engordar, fazendo uma dieta equilibrada e atividades físicas rotineiras, preservando o tratamento e mantendo o nível de gordura normal do organismo, sem provocar qualquer excesso.

 

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